Mostrando postagens com marcador Carolina Serra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carolina Serra. Mostrar todas as postagens
sábado, 6 de fevereiro de 2010
invenções
A mulher acha milhões de desculpas e cria milhões de situações só pra justificar o que não rolou. "complicado, confuso, bicha, indeciso, casado, solteiro, galinha...whatever". Mas acho que normalmente no fundo é só pra minimizar o fato de que "você é legal pra caralho".
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
ENTRE AMAR E DESAMAR - em mim

O dia já estava agradável. Aquele tempinho de verão inverno de domingo. À tarde eu fui assistir uma peça. A positividade que já estava no ar me fez pegar um ônibus que nunca havia pego e me deixou na porta de onde precisava. O teatro Ágora, perto da Treze de Maio, é uma casa pequena e gostosa onde, há meu ver, já o faz experimentar o teatro. Afinal, entre atuar (bem) e viver não há muita diferença. Uma porta grande se abriu, tipo ABRIU. Uma brisa, e lá de dentro saiu uma mulher linda com um cabelão esvoaçante e brilho no olhar. Mesmo se eu não a conhecesse veria como ela estava feliz por estar lá, trocando essa felicidade íntima com quem estava presente. Dentro da porta de madeira, um cenário maravilhoso. Iluminação aconchegante, um cheiro de casa antiga acolhedora, pétalas de rosa, e uma aura inteiramente feminina. Afinal, quem mais falaria de AMOR com tanta sensibilidade?
Quatro mulheres expondo contos de Machados de Assis, ou melhor, Machado de Assis expondo com seus contos quatro mulheres. Consigo comparar com uma renda, daquelas bem fininhas, que vai se rasgando fazendo um micro barulho ao se abrir. E Marcelina, Mariana, Eulália e D. Severina usam essa renda para envolver a platéia, que tem o prazer de participar daquelas confissões.
Corações abertos abriram outros corações e quatro histórias misturaram-se com outras diversas presentes nos pensamentos, nas lágrimas e nos sorrisos de quem estava assistindo, ou melhor, compartilhando em alguma dimensão os contos que Liana Poiani, Maria Paula Pessoa, Rubia Konstantyni e Rubia Reame deram vida, usando o melhor artifício para armar e desarmar: amor. Devo ter ido assistir em junho, mas os sentidos que foram despertados continuam aqui, me lembrando disso tudo cada vez que passo por uma brisa com cheiro de café da tarde.
Corações abertos abriram outros corações e quatro histórias misturaram-se com outras diversas presentes nos pensamentos, nas lágrimas e nos sorrisos de quem estava assistindo, ou melhor, compartilhando em alguma dimensão os contos que Liana Poiani, Maria Paula Pessoa, Rubia Konstantyni e Rubia Reame deram vida, usando o melhor artifício para armar e desarmar: amor. Devo ter ido assistir em junho, mas os sentidos que foram despertados continuam aqui, me lembrando disso tudo cada vez que passo por uma brisa com cheiro de café da tarde.
SÃO AS 4 ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES ESSE FIM DE SEMANA.
Quando: Sáb e Dom às 17h
Onde: Ágora Teatro - Rua Rui Barbosa, 672 - Bela Vista Reservas: (11) 3141-2772 (ligar antes para reservar )
Ingressos: R$20,00 (inteira) R$10,00 (meia)
Sinopse: Quatro mulheres. Quatro personagens. Quatro histórias. Uma experiência coletiva.Inspiradas nas mulheres da Obra de Machado de Assis, atrizes compartilham com a platéia, entre um café e muitos olhares, quatro histórias de amor... e "desamor". Não existe separação entre público e intérprete, entre quem faz e quem assiste, entre histórias vividas e narradas. As histórias das personagens se confundem com as histórias de suas próprias vidas. Memórias, lágrimas e risos se misturam nessa "anti-peça" baseada nos contos Casada e Viúva, Cinco Mulheres, Mariana e Uns Braços.
Marcadores:
Carolina Serra,
ENTRE AMAR E DESAMAR,
MACHADO DE ASSIS,
SENSIBILIDADE,
TEATRO
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Once in a month
E tudo numa semana.
Tô estranha. Tô me sentindo estranha. Tô esquisita. Meu cabelo ta esquisito. Minha pele ta esquisita. Essa roupa tá feia. Engordei. Tô feia. Tô feia? To horrível! Comi muito chocolate. Me dá um chocolate? Carência. Não tenho amigos. Ela não gosta de mim. Ele não gosta de mim. Você não gosta de mim. Alguém gosta de mim? Eu não gosto de você. Chocolate. Biscate. Vagabunda. Chocolate. Filho da puta. Eu te odeio. E se eu passar com um caminhão sobre você ainda sou absolvida! Chocolate. Eu odeio meu trabalho. Dor nas costas. Dor no joelho. Que dor de cabeça. Que dor de existir. Quero sumir! Chocolate. Quero chorar. Uma lágrima em casa. Duas lágrimas no trabalhos. Lágrimas descontroladas no ônibus. Chocolate. Estou chorando. Novela, chorando. Seriado,chorando. Discovery channel,chorando. Chocolate, chorando. Você é louco, você é louca. EU ESTOU LOUCA! Desceu? Ah...era só TPM.
Tô estranha. Tô me sentindo estranha. Tô esquisita. Meu cabelo ta esquisito. Minha pele ta esquisita. Essa roupa tá feia. Engordei. Tô feia. Tô feia? To horrível! Comi muito chocolate. Me dá um chocolate? Carência. Não tenho amigos. Ela não gosta de mim. Ele não gosta de mim. Você não gosta de mim. Alguém gosta de mim? Eu não gosto de você. Chocolate. Biscate. Vagabunda. Chocolate. Filho da puta. Eu te odeio. E se eu passar com um caminhão sobre você ainda sou absolvida! Chocolate. Eu odeio meu trabalho. Dor nas costas. Dor no joelho. Que dor de cabeça. Que dor de existir. Quero sumir! Chocolate. Quero chorar. Uma lágrima em casa. Duas lágrimas no trabalhos. Lágrimas descontroladas no ônibus. Chocolate. Estou chorando. Novela, chorando. Seriado,chorando. Discovery channel,chorando. Chocolate, chorando. Você é louco, você é louca. EU ESTOU LOUCA! Desceu? Ah...era só TPM.
Marcadores:
Carolina Serra,
chocolate,
descontrole,
lágrimas,
ódio,
TPM
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Quem nunca leu uma NOVA que quebre o primeiro salto.
Tudo começa quando sua mãe te deixa sozinha no salão para fazer luzes fininhas no cabelo. Claro que vai demorar e claro que você vai ter que ficar um tempão esperando até ser atendida. Senta na salinha de espera e entre revistas Caras e Contigos tem uma revista com uma mulher em seu melhor ângulo e um cabelão ousado que chama mais a sua atenção. Afinal, vivendo no mundo entre a Cláudia que sua mãe assina, e a Capricho que supre suas necessidades de 12-14 anos, você já sabe de trás pra frente tudo o que vai vir escrito. Então resolve se aventurar timidamente e pega a revista NOVA.
Lá descobre um universo feminino muito mais amplo que não envolve mais questionamentos do tipo “deixo ele passar a mão na minha bunda na primeira vez que a gente fica?”, mas sim, maquiagens fatais, roupas onde o contorno do corpo é minimamente bem exposto e...sexo, dicas de sexo, posições sexuais, fantasias sexuais, como ter prazer sozinha, como ter prazer com seu gato, como ter prazer a três e como ter o aquele negócio que faz você ter espasmos e a sensação de ver estrelas cadentes? Ah...orgasmo. Tudo estava ali bem explicadinho. Aquelas reportagens maravilhosas te intrigavam, e fazia você imaginar-se daqui uns anos como aquelas mulheres de NOVA.
Claro que rolava a maior vergonha de abrir descaradamente a NOVA no salão, afinal o que uma pirralha de 13 anos entende sobre tudo aquilo? O truque para não passar vergonha era folhear rapidamente e deixar a Caras do lado, aberta em qualquer página, pois, caso alguma senhorinha com bobs pequenos aparecesse era só jogar a NOVA de lado e voltar a ler sobre o novo casamento do Fábio Jr, mas o número da página da NOVA tinha ficado guardado em sua cabeça, quando o perigo passasse era só voltar para a reportagem de “como manusear perfeitamente o seu clitóris”, ou clítoris, como você achava que era a pronúncia.
E os três em três meses suficientes para fazer sua raiz aparecer finalmente chagavam, e era hora de saber tudo o que havia mudado no maravilhoso mundo das mulheres bem sucedidas, boas dona de casa que cozinhavam bem, que tinham namorados maravilhosos, roupas maravilhosas, cosméticos caros, conheciam as melhores baladas e faziam sexo prazerosamente por isso iam trabalhar com um sorriso no rosto na quarta-feira de manhã. Afinal, sendo tudo isso, ainda tinha muito mais estava por vir, era o seu futuro escrito. Quando a capa vinha com um carimbo em forma de beijo anunciando SEXO EM PÁGINAS LACRADAS você sabia que nunca aprenderia aquilo com Julia ou Sabrina nenhuma que vendiam na banca. Triste era quando as páginas estavam realmente lacradas. Como a japonesa do salão havia feito isso com você? E você se arrepende de não ter ido no coiffure novo da cidade que aquela beesha hype abriu, tinha certeza que lá as páginas lacradas estariam escancaradas. E dessa forma, durante vários anos, seu relacionamento com a mulher de NOVA vai sendo construído, uma relação íntima entre ela, seu espelho, e você.
Você cresce mais um pouco, passa pelos intensos primeiros semestres da faculdade, cresce mais um pouquinho e começa a trabalhar, não é tão bem sucedida assim, se compra roupas e maquiagens caras é com o dinheiro do pai e sua casa é uma bagunça porque o tempo supostamente livre que você tem ou faz o TCC ou quer dormir.
Nessa fase, começa a perceber que as edições são meio repetitivas e as 307 dicas de posições sexuais apenas revezam entre esquerda e direita. Seu mundo cai? Não, porque todo esse tempo que você ficou fantasiando que seria uma mulher de NOVA realmente tornou-se uma mulher suficiente madura para saber quão irreal a mulher de NOVA é. E quão é irreal é um aplicativo onde se coloca no Iphone e vibra conforme a música.
No fim das contas, a NOVA nada mais é a que a Playboy e a sensação de lê-la escondido quando se é menino e se tem uns 10 anos. Ok, quem não quer ser bem sucedida, boa dona de casa que cozinhavam bem, ter roupas maravilhosas, cosméticos caros, mas todos sabemos que não é com as dicas de NOVA que isso vai acontecer.
Mas que quebre o primeiro salto quem até hoje não se diverte lendo a NOVA que cumpre sua função fútil. A diferença é que ao invés de ler escondidinho você chega ao salão para retocar suas pontas clareadas e pergunta: Já chegou a NOVA desse mês?
Lá descobre um universo feminino muito mais amplo que não envolve mais questionamentos do tipo “deixo ele passar a mão na minha bunda na primeira vez que a gente fica?”, mas sim, maquiagens fatais, roupas onde o contorno do corpo é minimamente bem exposto e...sexo, dicas de sexo, posições sexuais, fantasias sexuais, como ter prazer sozinha, como ter prazer com seu gato, como ter prazer a três e como ter o aquele negócio que faz você ter espasmos e a sensação de ver estrelas cadentes? Ah...orgasmo. Tudo estava ali bem explicadinho. Aquelas reportagens maravilhosas te intrigavam, e fazia você imaginar-se daqui uns anos como aquelas mulheres de NOVA.
Claro que rolava a maior vergonha de abrir descaradamente a NOVA no salão, afinal o que uma pirralha de 13 anos entende sobre tudo aquilo? O truque para não passar vergonha era folhear rapidamente e deixar a Caras do lado, aberta em qualquer página, pois, caso alguma senhorinha com bobs pequenos aparecesse era só jogar a NOVA de lado e voltar a ler sobre o novo casamento do Fábio Jr, mas o número da página da NOVA tinha ficado guardado em sua cabeça, quando o perigo passasse era só voltar para a reportagem de “como manusear perfeitamente o seu clitóris”, ou clítoris, como você achava que era a pronúncia.
E os três em três meses suficientes para fazer sua raiz aparecer finalmente chagavam, e era hora de saber tudo o que havia mudado no maravilhoso mundo das mulheres bem sucedidas, boas dona de casa que cozinhavam bem, que tinham namorados maravilhosos, roupas maravilhosas, cosméticos caros, conheciam as melhores baladas e faziam sexo prazerosamente por isso iam trabalhar com um sorriso no rosto na quarta-feira de manhã. Afinal, sendo tudo isso, ainda tinha muito mais estava por vir, era o seu futuro escrito. Quando a capa vinha com um carimbo em forma de beijo anunciando SEXO EM PÁGINAS LACRADAS você sabia que nunca aprenderia aquilo com Julia ou Sabrina nenhuma que vendiam na banca. Triste era quando as páginas estavam realmente lacradas. Como a japonesa do salão havia feito isso com você? E você se arrepende de não ter ido no coiffure novo da cidade que aquela beesha hype abriu, tinha certeza que lá as páginas lacradas estariam escancaradas. E dessa forma, durante vários anos, seu relacionamento com a mulher de NOVA vai sendo construído, uma relação íntima entre ela, seu espelho, e você.
Você cresce mais um pouco, passa pelos intensos primeiros semestres da faculdade, cresce mais um pouquinho e começa a trabalhar, não é tão bem sucedida assim, se compra roupas e maquiagens caras é com o dinheiro do pai e sua casa é uma bagunça porque o tempo supostamente livre que você tem ou faz o TCC ou quer dormir.
Nessa fase, começa a perceber que as edições são meio repetitivas e as 307 dicas de posições sexuais apenas revezam entre esquerda e direita. Seu mundo cai? Não, porque todo esse tempo que você ficou fantasiando que seria uma mulher de NOVA realmente tornou-se uma mulher suficiente madura para saber quão irreal a mulher de NOVA é. E quão é irreal é um aplicativo onde se coloca no Iphone e vibra conforme a música.
No fim das contas, a NOVA nada mais é a que a Playboy e a sensação de lê-la escondido quando se é menino e se tem uns 10 anos. Ok, quem não quer ser bem sucedida, boa dona de casa que cozinhavam bem, ter roupas maravilhosas, cosméticos caros, mas todos sabemos que não é com as dicas de NOVA que isso vai acontecer.
Mas que quebre o primeiro salto quem até hoje não se diverte lendo a NOVA que cumpre sua função fútil. A diferença é que ao invés de ler escondidinho você chega ao salão para retocar suas pontas clareadas e pergunta: Já chegou a NOVA desse mês?
domingo, 23 de agosto de 2009
Drink entrevista Carolina Serra
Idade, onde mora e o que faz?
22, SP – ELVC, TNS-RI. Meu cotidiano é basicamente composto por letras soltas.
Não dá pra não perguntar...Qual seu signo?
Peixes, o último signo do horóscopo, por isso impossível de ler na telinha do metrô. Meu ascendente é em gêmeos e minha lua em virgem. Muito prazer, dramaqueen.
Qual seu drink preferido?
Prosecco. Muito, muito. Uma chuva de prosecco, por favor.
Entrada, prato principal ou sobremesa?
Prato principal, daqueles agridoces, que misturam salgado com doce, pra não sentir vontade da sobremesa.
O que você faz no seu quarto?
Além do básico, quando eu to inspirada eu me maquio especificamente sem razão alguma, me monto toda. Isso era um segredo até que minha prima me pegou as três da manhã com um batom vermelho, saia florida e flor na cabeça... e eu só disse “é que eu tenho uma festa latina pra ir...” Aí perdi a vergonha.
Profissão ideal?
Herdeira Hilton
Se você fosse um personagem (filme/livro/tv, etc...), qual seria?
Inegavelmente Bridget Jones. Esses dias me peguei paquerando o presidente e tava com uma blusa escrito “ I (L) boys and bags” – já serve de exemplo. Se bem que, como nos últimos eu andei um pouco intensa (acho que era a febre), a Chaveiro sugeriu (vide entrevista abaixo) a Maria Elena.
Qual música você mais gosta de dançar na balada?
Carolina – Seu Jorge. Como se minha mãe tivesse sido a mãe mais criativa do mundo no fim dos anos 80 e eu fosse a única Carolina existente, e aí fizeram uma música com meu nome, para mim, docinho de pavê.
Qual foi a coisa mais absurda que aconteceu quando você extrapolou nos drinks?
Confundi o banheiro com o quarto ao lado do meu, ou seja, o quarto da roommate, dona do blog. Mas só para esclarecer, antes que qualquer coisa pudesse ter acontecido, eu fui mandada embora com um grito.
O que você faz e acha ridículo?
Chorar descontroladamente com coisas baratas. Tipo “Guenta Coração” do Faustão. No Extreme Makeover Home Edition então eu miacabo. Agora eu também tenho vergonha de ter gritado tanto quando tavam tentando enfiar soro na minha veia.
Qual o nome do seu alter-ego?
Melissa Bourbon Figueiroa de Albuquerque I.
Em que cidade do mundo você gostaria/pretende morar?
Nova York e Barcelona.
Quais são as primeiras coisas que você olha num pretendente?
O charme, o mojo, mas eu também gosto de narizes.
Quem foi você na encarnação anterior?
Uma dançarina do Moulin Rouge.
E quem será que você vai ser na próxima?
Uma dançarina num musical sobre o Moulin Rouge.
22, SP – ELVC, TNS-RI. Meu cotidiano é basicamente composto por letras soltas.
Não dá pra não perguntar...Qual seu signo?
Peixes, o último signo do horóscopo, por isso impossível de ler na telinha do metrô. Meu ascendente é em gêmeos e minha lua em virgem. Muito prazer, dramaqueen.
Qual seu drink preferido?
Prosecco. Muito, muito. Uma chuva de prosecco, por favor.
Entrada, prato principal ou sobremesa?
Prato principal, daqueles agridoces, que misturam salgado com doce, pra não sentir vontade da sobremesa.
O que você faz no seu quarto?
Além do básico, quando eu to inspirada eu me maquio especificamente sem razão alguma, me monto toda. Isso era um segredo até que minha prima me pegou as três da manhã com um batom vermelho, saia florida e flor na cabeça... e eu só disse “é que eu tenho uma festa latina pra ir...” Aí perdi a vergonha.
Profissão ideal?
Herdeira Hilton
Se você fosse um personagem (filme/livro/tv, etc...), qual seria?
Inegavelmente Bridget Jones. Esses dias me peguei paquerando o presidente e tava com uma blusa escrito “ I (L) boys and bags” – já serve de exemplo. Se bem que, como nos últimos eu andei um pouco intensa (acho que era a febre), a Chaveiro sugeriu (vide entrevista abaixo) a Maria Elena.
Qual música você mais gosta de dançar na balada?
Carolina – Seu Jorge. Como se minha mãe tivesse sido a mãe mais criativa do mundo no fim dos anos 80 e eu fosse a única Carolina existente, e aí fizeram uma música com meu nome, para mim, docinho de pavê.
Qual foi a coisa mais absurda que aconteceu quando você extrapolou nos drinks?
Confundi o banheiro com o quarto ao lado do meu, ou seja, o quarto da roommate, dona do blog. Mas só para esclarecer, antes que qualquer coisa pudesse ter acontecido, eu fui mandada embora com um grito.
O que você faz e acha ridículo?
Chorar descontroladamente com coisas baratas. Tipo “Guenta Coração” do Faustão. No Extreme Makeover Home Edition então eu miacabo. Agora eu também tenho vergonha de ter gritado tanto quando tavam tentando enfiar soro na minha veia.
Qual o nome do seu alter-ego?
Melissa Bourbon Figueiroa de Albuquerque I.
Em que cidade do mundo você gostaria/pretende morar?
Nova York e Barcelona.
Quais são as primeiras coisas que você olha num pretendente?
O charme, o mojo, mas eu também gosto de narizes.
Quem foi você na encarnação anterior?
Uma dançarina do Moulin Rouge.
E quem será que você vai ser na próxima?
Uma dançarina num musical sobre o Moulin Rouge.
Marcadores:
Carolina Serra,
Drink Entrevista
Assinar:
Postagens (Atom)