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domingo, 21 de fevereiro de 2010

A primeira banda de rock só de meninas

... Em breve em um cinema próximo de você!







The Runaways:

Uma banda de rock composta só por meninas nos anos 1970 - e uma das bandas que eu mais curtia na adolescência, aquela época em que eu achava que podia mudar o mundo e ser uma Riot Grrrrl. Fica a dica de um som divertido e com espírito de revolução feminista! hahahaha

A banda era composta por Joan Jett (vocal e guitarra base), Sandy West (bateria), Lita Ford (guitarra solo) e Cherie Currie (vocal e teclado. As músicas mais conhecidas delas eram "Cherry Bomb", "Queens of Noise", "Rock n Roll", "Neon Angels (On the Road to Ruin)", e "Born to Be Bad".

Elas eram apenas adolescentes quando a banda se formou e, ao lado do produtor Kim Fowley, colocaram as mulheres na história do rock'n'roll - isso numa época em que meninas eram vistas apenas como groupies, nunca como integrantes de uma banda.

Lançaram quatro álbuns de estúdio - The Runaways (1976), Queens of Noise (1977), Waiting For The Night (1977) e And Now... The Runaways (1978) - e um ao vivo de um show no Japão.

Em 1979 a banda se separou. Joan Jett continuou sua carreira musical, emplacando hits como "Bad Reputation" e o cover do The Arrows "I Love Rock'n'roll" (que mais tarde Britney Spears viria cometer a heresia de regravar...). Cherie Currie virou atriz e atuou em alguns filmes ao lado de Jodie Foster e Demi Moore.

Agora a banda ganhou um filme, com Kristen Stewart (sim, aquela do Crepúsculo) no papel de Jett e Dakota Fanning como Cherie Currie. A história se concentra na formação do grupo e se mantém fiel aos fatos, uma vez que a verdadeira Joan Jett é uma das produtoras.

O filme estreou este ano no Festival de Sundance - e com críticas ótimas! Mal posso esperar para que ele chegue aos cinemas do Brasil!

Keep rockin', grrrls!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Química

Beleza é relativa. Repertório é irrelevante. Charme é importante, mas não é tudo. Inteligência e humor contam muitos pontos, mas não são fatores de corte. A única coisa realmente imprescindível em um relacionamento é o que menos dá pra explicar: química. Afinal, nada explica ter vontade de lamber aquela pessoa que você odiaria que vissem em público ou simplesmente não bater nada com alguém lindo, inteligente e bom de cama.

Levanto esse assunto por algo que me aconteceu recentemente. Elevador lotado nesse quase-verão paulistano. Cenário ideal para um momento desagradável. Entram mais pessoas e eu, já grudada na parede, encosto sem querer num braço. Sinto uma faísca, um calor invade meu corpo inteiro. A pele se arrepia e ocorrem outras reações que, bem, melhor não comentar a respeito. Nunca o havia visto, e se não houvesse o contato, nunca teria reparado. Única explicação possível? Química.

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Façam um bem para vocês mesmos (as) e vejam "500 Dias com Ela" o quanto antes.

Beijos